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Serviços » Atividades
de Planejamento e Implantação de Sistemas
de Segurança Corporativa
Serviços
Atividades
de Planejamento e Implantação de Sistemas de
Segurança Corporativa
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Avaliação
de Riscos
A Network
IC reúne, sob a denominação
genérica de “Avaliação
de Riscos”, todos os procedimentos dessa
fase, entre os quais se destaca a proposta de um
Sistema de Segurança, geral ou específico.
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Auditoria, Planejamento e Implantação
de Sistemas de Prevenção de Fraudes
em Áreas Vulneráveis.
Analistas experimentados da Network IC utilizam
de forma segura e judiciosa os meios eletrônicos da mais alta tecnologia
disponíveis no mercado internacional para prevenir e identificar fraudes.
O objetivo é manter a salvo de agentes adversos de qualquer natureza,
a custos razoáveis, a condução das estratégias operacionais.
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Auditoria e Implantação
de Sistemas de Segurança Eletrônica
O Sistema de Segurança Eletrônica, normalmente abrigado em uma
Estação Central de Automação e Controle (ECAC),
permite antecipar ações adversas e acionar dispositivos de proteção,
controlando acessos e sistemas vitais de uma empresa, além de diminuir
as possibilidades de erro humano.
O Sistema de Segurança
Eletrônica é constituído
pelos subsistemas de Circuito Fechado de Televisão
(CFTV), de Sensoreamento e Alarmes de Emergência
(AE) e de Controle de Acesso às áreas
sensíveis das instalações.
Deve assinalar violações do perímetro
e acesso indevido às áreas internas
e sensíveis da empresa. O Sistema de
Segurança Eletrônica deve orientar
a tomada de decisões quanto à detecção
e combate a incêndio, à segurança
das comunicações e à iluminação
de emergência do perímetro e das
rotas de evacuação.
A Auditoria e Implantação
de Sistemas de Segurança Eletrônica
e de Estações Centrais de Automação
e Controle (ECACs) aparecem com destaque entre
os serviços disponibilizados pela Network
IC.
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Avaliação de Segurança
de Sistemas de Telemática para Grandes
Empresas e Pessoas Físicas de Alto Perfil
Empresarial e Político.
São cada vez mais freqüentes as ações adversas de busca
de informações através do “grampo” dos sistemas
de telemática (voz e dados).
A simples normatização e a utilização de equipamentos
de criptofonia e criptografia são requisitos fundamentais para impedir
ou retardar o acesso às informações sensíveis. Impõe-se
ainda a adoção de contra-medidas eletrônicas em sistemas
telefônicos (fixos ou celulares), equipamentos de fac-símile, linhas
de dados de qualquer espécie, redes rádio e quaisquer outros meios
de transmissão de sinais eletrônicos.
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Auditoria e Análise de Risco em Sistemas
Logísticos em seus vetores Rodoviário,
Ferroviário, Aquaviário e Aéreo.
Consiste na análise dos sistemas em vigor, para determinar seus pontos
de vulnerabilidade e rendimento nas operações integradas, compatibilizando
normas de segurança pré-existentes com as adotadas por corporações
em todo o mundo após o "11 de setembro", sem perda da agilidade
essencial para os sistemas logísticos.
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Elaboração
do Projeto e Implantação do Plano
de Segurança Empresarial (PSE)
As estratégias estabelecidas
pela Política de Segurança adotada
pela empresa passam obrigatoriamente pela elaboração
de um PLANO DE SEGURANÇA EMPRESARIAL
(PSE). Projetos dessa natureza, contudo, carecem
de valor e objetividade se não estiverem
acompanhados de ferramentas adequadas para
obter os subsídios indispensáveis à tomada
de decisão.
No desenvolvimento dessas
ferramentas vale a experiência da Network
IC para fornecer instrumentos
confiáveis para a implementação
de um PSE que atenda às diretrizes expressas
na Política de Segurança.
Todos os tipos de ações
adversas, desde fraudes e extorsão,
passando por seqüestros, sabotagens e
atentados em todas as suas variantes resultam
em sua maior parte de ações planejadas
por indivíduos e grupos e não
de iniciativas ao acaso. Contra essa realidade
cumpre implantar na empresa uma verdadeira
cultura de segurança.
A forma de se conscientizar
o quadro funcional, nos diversos escalões,
consiste em conseguir que todos encarem a segurança
como complementar ao exercício de sua
missão primordial na empresa - o desempenho
de sua atividade. Assim, nossos métodos
de treinamento se concentram em fazer da segurança
uma presença no pano de fundo do cotidiano
da organização, presença
essa afirmativa, nítida, mas silenciosa.
O Plano de Segurança
Empresarial (PSE) compreende um conjunto de
medidas voltadas para a prevenção
de ações adversas. Apesar de
se caracterizar por medidas interdependentes,
o PSE é particularizado nos seguintes
segmentos:
Segurança do Pessoal.
Segurança da Documentação e do Material.
Segurança das Comunicações.
Segurança dos Sistemas de Dados.
Segurança das Áreas e Instalações.
Segurança do Meio Ambiente.
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Elaboração
da Avaliação e do Plano de Segurança
das Instalações Portuárias.
Em razão dos atentados ocorridos em 11 de setembro de 2001 nos USA,
a International Maritime Organization (IMO), através da Resolução
2 da Conferência do Comitê de Segurança da Organização
Marítima Internacional, alterou a Convenção Internacional
para Salvaguarda da Vida no Mar, conhecida pela sigla SOLAS-1974.
A principal conseqüência
dessa alteração foi a introdução
de um novo capítulo na SOLAS, o chamado
International Ship and Port Facility Security
Code (ISPS Code), que estabelece medidas de
proteção tanto para navios, quanto
para instalações portuárias
(IP), visando coibir incidentes, tais como
atos terroristas, tráfico de armas e
de drogas, incêndios propositais, roubos
e pirataria que, além de pôr em
risco as vidas daqueles envolvidos com o comércio
internacional marítimo, desestabilizam
a atividade comercial.
Assim, os navios que têm
atividade internacional deverão possuir
um Plano de Proteção aprovado
pelo governo do país sob cuja bandeira
a embarcação opera, observando
as prescrições do ISPS Code.
Paralelamente, as Instalações
Portuárias (IP) com tráfego internacional
deverão possuir um Plano de Segurança
aprovado pela Comissão Nacional de Segurança
Pública nos Portos, Terminais e Vias
Navegáveis (CONPORTOS), do Ministério
da Justiça.
No Brasil, a Network
IC está cadastrada
junto à CONPORTOS como “Recognized
Security Organization” (RSO), capaz
de realizar Avaliações e
Planos de Segurança para IP.
Além disso, a Network
IC também está autorizada
pela Diretoria de Portos e Costas (DPC)
da Marinha do Brasil, para conduzir os
Cursos de Coordenador de Proteção
de Companhia (CSO) e de Oficial de Proteção
de Navio (SSO), visando a capacitar funcionários
das Companhias de Navegação
e membros das tripulações
dos navios a desempenharem atividades relacionadas
no ISPS Code, no tocante à proteção
do navio e à interface navio-porto.
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Ainda de acordo com o ISPS Code, os Planos de Segurança das Instalações
Portuárias deverão ser auditados regularmente, para seu aperfeiçoamento e
atualização. No caso dos Planos de Segurança das Instalações Portuárias, a
NETWORK IC possui consultores plenamente capacitados a conduzir os
respectivos processos de auditoria, tendo como enfoque sua eficácia e
eficiência, assim como a redução do custo dos sistemas e processos de
segurança da empresa.
A Resolução Nº 37 da CONPORTOS estabeleceu as normas para a realização de
auditorias nas IP. Apesar da referida resolução estabelecer que seja
privativa da CONPORTOS a realização das auditorias, os responsáveis pelas IP
não podem esperar para manterem os PSPP atualizados, pois esta tarefa é
responsabilidade dos proprietários e representantes legais das IP. A
realização de uma auditoria contribui para o pleno funcionamento dos
sistemas de proteção e de controle interno, garantindo a manutenção da
conformidade da IP ao ISPS Code e agregando valor ao negócio, além de deixar
a empresa pronta para quando ocorrer a auditoria oficial da CONPORTOS.
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